
Põe a mão em mim que eu viro água
Você dançou nos meus olhos, hadassa.
Eu te tiro pra rodopiar entre espinhos enquanto a música toca um jazz e os vizinhos nos olham atordoados. A física das suas mãos que enternecem os movimentos, tão rebuscados, feito solidão em véspera de feriado, o afeto encobrindo nosso silêncio e o vazio pedindo para voltar.
fica aqui, bambeia.
toca meu toque, remexe o sentido que eu sou teu.
e viro água…
eu viro água.

O que você vai ser, quando você crescer?







